quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
Matizes do azul
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
ilhéu
terça-feira, 29 de setembro de 2009
bala neles e parabéns, Zuma
- Meu fio! Vai ali na padaria e me compre dez pão cacetinho. E ói aqui o dinheiro.
- hum-hum
....alguns minutos depois
- Zuuuuuuuma. Os pão tá “on the table” e o troco lá na jarrinha de bala.
- De novo, Rafa?!! Balinha de troco? De novo?? Mas será o Binidito??? Bala de troco???? Onde já se viu um negoço desse????? Todo dia esse home te dá bala de troco!
...alguns dias depois
- Meu fio vai ali na jarrinha pega X balinha e me compre dez pão cacetinho. Bala neles, meu fio. Bala neles.
- hum- hum
....alguns minutos depois
- Zuuuuuuuma. Os pão tá “on the table”
- Parabéns, Rafinha! Parabéns. Você meteu bala neles num foi, Rafa? num foi?
- hum-hum
domingo, 27 de setembro de 2009
uma vez, uma clave de sol, vários instrumentos e nada mais
Uma vez, uma clave de sol, vários instrumentos e nada maisAnésia, a moça das letras marcou com Cecília, a moça das notas e dos instrumentos musicais, às 7:30, na porta do teatro. A peça era Uma vez, nada mais, na Sala do Coro. Assim que Anésia desceu da carruagem enxergou a moça das notas e colocou na boca palavras que não falou - 'Lá está, a cabrocha Cecília ... olhou o relógio ... 7:44. Quem te viu, quem te vê. Puxa, pensei que você fosse furar! - disse Cecília. Pensou errado - disse Anésia. Trocaram dois beijinhos mais algumas palavrinhas e entraram na Sala Principal do teatro. Sentaram nas poltronas das alas que quiseram e conversaram mais um bocadinho. De repente, Cecília disse - Não entendo! As pessoas que chegam estão procurando o número da poltrona...como!? Puxou o celular da bolsa para clarear o ingresso e releu - poltrona livre. Então Anésia falou - acho que estamos no lugar errado! Tarde demais. O host do show já estava ao microfone - Bem vindos ao VI Festival de Música Instrumental da Bahia. Sem querer as duas entraram na Sala Principal do teatro e não na Sala do Coro. Ouviram música muito boa. No intervalo foram ao foyer ... trocaram mais outras palavrinhas ... deram muitas risadas. Voltaram para a Sala Principal. Ouviram mais música ... deram mais risadas. A parte do pandeiro, da viola e do acordeão foi muito gostosa. Anésia pediu que Cecília lhe mostrasse a tatuagem da nuca. Acabou o festival. Cecília voltou para casa com a sua clave de sol tatuada na nuca e um beijo na face. Anésia voltou para casa feliz da vida e nada mais. Pois hoje o sol já saiu. Anésia já raiou, já sambou na pista e agora está em casa escrevendo outro sambinha. Hoje, tem samba lá na casa de Anésia.
“...Hoje eu vou sambar na pista
Você vai de galeria
Quero que você assista na mais fina companhia
Se você sentir saudades
Por favor, não dê na vista.
Faz de conta que é turista...Hoje o samba saiu, hoje o samba saiu”
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
ainda gosto dela - Skank
sábado, 12 de setembro de 2009
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
sábado, 8 de agosto de 2009
Voltei
Andei perambulando por aí.terça-feira, 30 de junho de 2009
quinta-feira, 25 de junho de 2009
a literatura infanto-juvenil nas aulas de ciências
Não tenho postado nada aqui, pois estou enfiada numa pesquisa, ao mesmo tempo, muito séria e divertida. Estou analisando vários livros de Daniel Munduruku (mais informações aqui), e de outros autores de literatura infanto-juvenil, com o objetivo de investigar de que maneira a literatura infanto-juvenil pode contribuir para o ensino de Ciências.Esta pesquisa também pretende investigar as lacunas de formação específica dos profissionais da área de ciências em relação ao livro infantil. Além disso, estou fazendo uma análise minuciosa de como o texto verbal e a ilustração se articulam.
Resposta: Promovendo debates acerca:
- dos processos envolvidos na origem do universo até o surgimento da vida;
- do papel do ser humano na alteração/modificação do cenário atual das condições bio-fisico-químicas do planeta Terra;
- dos aspectos éticos nas relações entre sociedade e ciência;
- práticas de conservação do meio ambiente; etc, etc...
o
o
- a vida dos insetos, mais especificamente, das abelhas;
- cadeia alimentar;
- aspectos éticos nas relações entre sociedade e ciência;
- a importância ecológica e econômica desse grupo de insetos em praticamente todos os ecossistemas;
- ecologia da polinização e o interesse agrícola;
- etc, etc....
o
No livro, "A mulher que matou os peixes" (Clarice Lispector,1999)...ah esse aí dá muito pano para manga. Ainda estou estudando como usá-lo em sala de aula.
sábado, 20 de junho de 2009
navegar é preciso
Náutica submarinaSob a superfície das águas
de barco, lancha, navio
o movimento marítimo é o mesmo que ninar
viajo pelos grandes mares
navegando contra o vento, percorrendo o oceano
atravesso grandes águas
navego a estratosfera e as estradas
navego léguas
indo e vindo
navego a remo, navego a vela
vou cruzando os caminhos
navego abaixo da superfície das águas
quinta-feira, 18 de junho de 2009
peace and love
EE
AAA
CCCCCC
EEEEEEEEE
AAAAAAAAAAAA
NNNNNNNNNNNNNNN
DDDDDDDDDDDDDDDDDDD
LLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLL
OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO
VVVVVVVVVVVVVVVVVVVVVVVVVVVVVVVVVVVVVVVVVVV
EEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE
PPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPP
EEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA
CCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCC
EEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE
AAAAAAAAAAAAAAAAA
NNNNNNNNNN
DDDDDDD
LLLLLL
OOO
VV
E
quinta-feira, 11 de junho de 2009
meu Velho e o Mar
Meu pai morreu e deixou para Nuno, o mais velho de todos nós, a cadeira de balanços, a vaca, todas as quinquilharias da garagem, o livro de receitas e, é claro, a batedeira de bolos (Nuno é o maior fazedor de bolos da redondeza. Nuno faz bolos de encomenda, de graça, de presente, de casamento, etcetera. Nuno é um padeiro de mão cheia!). Para nossa irmã caçula, Marlúcia, papai deixou o laboratório, a prancha de desenho, caixas e mais caixas de lápis, as réguas, os dois compassos e todas as borrachas. Para Marihill, nossa mana do meio, deixou o guarda-roupa com todos os uniformes de gala, o chapéu do Panamá, a bengala e muito dinheiro. Para Micahill, gêmeo de Marihill, deixou o toca fita, a vitrola e a guitarra angolana. Para Maribela, a que veio antes da caçula, deixou a biblioteca com tudo que estava ali; os livros, a mesinha de jacarandá, os vinis, os quadros de Frida Kahlo e Salvador Dali. Para nossa mama deixou, os travesseiros de macela, as redes do Ceará, o roseiral, vestidos e mais vestidos, o baralho de Tarot, os dois lampiões, todos os relógios, os retratos todos, uma carta de amor, a bola de cristal, a máquina fotográfica, o cavalo, Pilão-de-fogo, todos os móveis, trocentas tapeçarias de Kennedy Bahia e a casa número cento e seis.
No dia que meu pai morreu, fez uma ventania danada lá no porto da nossa cidade. De madrugada caiu uma chuva de açoite que não teve barco que ficasse quieto no cais. Para mim, papai deixou, frascos e mais frascos de patchouli, a casa número onze, o Corcel azul, a prancha de surf, rapé à vontade, a cachorra de três patas, o pato, a obra completa de Edgard Allan Poe, a caixa preta, o dedo verde, os tubos de ensaio, todos os crayons, a colméia de abelhas, o amor pelo mar, a bússola e o estaleiro com todas as quinquilharias dentro; barcos recém pintados, barcos inacabados, destroços de velhos barcos, pedaços de vigas, tábuas e mais tábuas, panos e mais panos para fazer velas de barco, etcetera. No banco do carona do Corcel, deixou um maço de Hollywood sem filtro, o boné, um protetor solar, uma carta naútica e, dentro do porta-luvas, o óculos de sol e um bilhete que... ainda não tive coragem de abrir
quarta-feira, 3 de junho de 2009
tic-tac - meu mundo desfeito - tic-tac
No meu peito.
É estreito.
É direito.
Tem noite que dá vontade que não amanheça
Tem minuto que dá vontade de não respirar
domingo, 31 de maio de 2009
Libélulas
domingo, 24 de maio de 2009
A arte de secar roupa

A arte de secar roupa não é nenhum mistério – exclamou Elizabeth. E, continuando, acrescentou; tantas coisas contêm em si o ato de lavar roupas, que secar não é nada sério, Lota. Primeiro lave, em seguida torça. Quando sentir que retirou do tecido quase todo o excesso de água, estenda no varal. Depois sente-se bem perto e observe os ventos indiscretos levantando as nossas saias, camisolas e peças íntimas. Levante-se e vá até os lençóis. Entre um arame e outro, STOP. É bem aí, na leira de um varal, que você vai brotar, Lota. Ande, caminhe, corra entre as leiras. Alcance as nossas toalhas em plena ventania, enxugue o suor da cara e viva intensamente o ritual de secagem. Seque um pouquinho a cada dia. Sinta o patchouli dos nossos lenços e fronhas. Corra mais um pouquinho, mude de leira. Beije meu vestido e passe as mãos nas nossas toalhas de prato. Volte para o banquinho, volte a observar as roupas lavadas esvoaçando loucamente no ar. Agitadas pelo vento, adejando sem parar. Puramente ansiosas para voar. Perceba, Lota querida, que algumas escapam daquilo que as prende no arame, caem ao solo e voltam a ficar sujas. É muito lindo! Pois é evidente que a arte de secar não chega a ser mistério por muito que as roupas pareçam (Pendure no varal!) muito molhadas. Seque um pouquinho a cada dia. Depois seque mais rápido, com mais critério. Aceite a hora gasta bestamente aqui comigo, estendendo roupas, Lota. A arte de secar não tem nenhum mistério. Já secamos lágrimas, sangue, garrafas e mais garrafas de álcool, a escala subseqüente. Da roupa que não foi lavada. Nada disso é sério. A arte de sujar, também, não é nenhum mistério. Sujei duas relações lindas. E um monastério. Tenho saudades delas. Mas não é nada sério. Não muda nada.
“– Mesmo perder você (a voz, o riso etéreo que eu amo) não muda nada. Pois é evidente que a arte de perder não chega a ser mistério por muito que pareça (Escreve!) muito sério”.
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A Arte de Perder – Elizabeth Bishop
A arte de perder não é nenhum mistério;
Tantas coisas contêm em si o acidente
De perdê-las, que perder não é nada sério.
Perca um pouquinho a cada dia.
Aceite, austero,
A chave perdida, a hora gasta bestamente.
A arte de perder não é nenhum mistério.
Depois perca mais rápido, com mais critério:Lugares, nomes, a escala subseqüente
Da viagem não feita.
Nada disso é sério.
Perdi o relógio de mamãe.
Ah! E nem queroLembrar a perda de três casas excelentes.
A arte de perder não é nenhum mistério.
Perdi duas cidades lindas.
E um império
Que era meu, dois rios, e mais um continente.
Tenho saudade deles.
Mas não é nada sério.
- Mesmo perder você (a voz, o riso etéreo que eu amo) não muda nada.
Pois é evidente que a arte de perder não chega a ser mistério por muito que pareça (Escreve!) muito sério".
¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨
Roubei a foto lá no blog, 'Venenos, peçonhas e outras gentilezas';... de um texto que RM postou: DE POETAS E FANTASMAS (4) Ouro feminino (1ª parte).
Adoro quando Roney sai por aí narrando célebres fatos de Minas e seus fantasmas . Me senti provocada pelo varal de roupas na foto da casa de Elizabeth Bishop, poeta (poetisa, fazedora de poesias, como queira!), gringa, americana, bonita. Morou em Ouro Preto muuuuuitos anos. Lota de Macedo Soares foi um grande amor de Elizabeth Bishop.
A poeta - texto de RM
Elizabeth Bishop foi um dos nomes mais destacados da literatura em língua inglesa do século passado, sendo premiada, entre outros, com o Pulitzer Prize e o National Book Award. Viveu no Brasil cerca de 16 anos (décadas de 1950 e 1960), muitos dos quais em Ouro Preto, onde chegou a comprar uma casa (cliquem aqui para uma rápida biografia e aqui para um site completo dedicado à autora). Sua ligação com o Brasil, a princípio fortuita, acabou influenciando sua obra, segundo seus biógrafos e críticos. Foi também tradutora para o inglês de alguns dos mais importantes poetas e escritores brasileiros, como Carlos Drummond de Andrade, Manuel Bandeira e Clarice Linspector, entre outros (cliquem aqui para uma lista completa de sua obra).
O trecho abaixo foi copiado daqui
"Leaving Santos, Bishop stopped in Rio de Janeiro to visit acquaintances she had met some years before, including the lively, cosmopolitan, well-connected Lota de Macedo Soares, who was at the time overseeing construction of a high-modernist home in the mountains near Petrópolis, north of Rio. By fortuitous misfortune, Bishop was stricken with a severe allergic reaction to the fruit of the cashew nut that delayed her departure — a delay that stretched into some seventeen years' residence in Brazil. In Lota, she had found the most profound love of her life. From early childhood, homelessness had been her condition, and it became a subject of her poems. When Lota invited Elizabeth to live with her in Samambaia, and offered to construct a studio for her behind the new house, she said, “It just meant everything to me."
sexta-feira, 22 de maio de 2009
O samba legal de Juliana Ribeiro
samba de roda
Na sexta-feira passada, fui ao lançamento do EP no Teatro Sesi, mas cheguei bem tarde. No fim do fim. Well, well, well... na saída do teatro, vi muita gente com sorriso largo na cara, fãs falantes fazendo comentários fortes. Ouvi um rapaz falar: “Ela é boa!” Uma senhora disse: "Show muuuito bom, muuuito bom!".
beira de mar
beira de maré
beira de mar
beira de maré
maré sem fim
abre a porta da licença me apresento por aqui
abre a porta da licença me apresento por aqui
vim de longe eu não sou daqui
de outros mares eu vim
da lua fui companheira
...
...
maré sem fim
pelo mar vou navegando do jeito que eu vou eu vim
mas pelo mar vou navegando do jeito que eu vou eu vim
na alma trouxe meu canto meu verso meu patuá
atracando nesta areia histórias eu vim contar
a lua branca me ouvindo calada me contemplar
a lua branca me ouvindo calada me contemplar
vou me embora vou me embora
tão cedo não volto aqui
eu vou me embora vou me embora
tão cedo não volto aqui
vou seguindo o meu caminho
meu destino é navegar
baías e enseadas moradas de Yemanjá
confesso não me despeço prefiro me retirar
confesso não me despeço prefiro me retirar
beira de mar
beira de maré
beira de mar
beira de maré
maré sem fim
vou me embora vou me embora
do jeito que eu vou eu vim
eu vou me embora vou me embora
do jeito que eu vou eu vim
eu vim da Bahia cantar
cantar coisa bonita que tem lá no mar
eu vim da Bahia cantar
cantar coisa bonita que tem lá no mar
lá no mar
ó mãe
lá no mar que é morada de mãe Yemanjá
com a alma meu canto meu patuá
eu vim da Bahia pra cantar
maré sem fim
beira de mar
beira de maré
Seus companheiros de show são:
Cássio Nobre - viola e violão de sete cordas
beira de maré só começa aos 03:05 min.
domingo, 17 de maio de 2009
home sweet home
A última vez que estive na praça foi em Julho/2006, EuroPride. O evento começou com a passeata de sempre e culminou na Trafalgar Square com um show rápido. Since 2006 there is no more big Gay Pride parties in London's huge parks. Motivo: medo de um ataque terrorista. Somos alvo???
Well, it’s worthy checking MR’s clip and written post (aqui). When i saw/read it, i was moved by a wave of happiness. I even got a bit emotional, and tears rolled down my face.
I miss you, London. I do, indeed, miss your people, your dancing clubs, your cuisine, your pubs, your beautiful parks, your pollution, your summer (when you have one!), your double-decked buses, your nasty weather and all the cool jobs you offered me. Mainly, i miss the friends you gave me during the 12 years you were my home-sweet-home.
Thank you very much, indeed, MR. You’re responsible for this post of mine.
Kind regards, mate!
EuroPride / 2006 - Trafalgar Square - London
Picture taken by Kiran. I'm behind the girl in sun glasses. I met her there and we became good friends.
sábado, 16 de maio de 2009
Frida Kahlo dancing tango
Cena do filme Frida/2003: Frida Kahlo dançando tango com 'uma de suas meninas'.
Direção: Julie Taymor
Atores presentes na cena: Antonio Banderas, Salma Hayek, Ashely Judd e Alfred Molina.
Não vou muito com a face de Salma Hayek. Aí no clip ela dança tango muuuuuuuuuuuuito maaaaaal. O melhor de tudo é a música. Os cantores roubam a cena... claro, as dançarinas aqui não arrasam como as meninas de Carlos Saura em 'Tango'.
Nota de Salma Hayek: 0,1 (para não dar zero)
segunda-feira, 11 de maio de 2009
bicho beast
sábado, 9 de maio de 2009
Tango para 2 mujeres - Brava Brava Bravíssimas - Abracadabra!!
BRAVA BRAVA BRAVÍSSIMAS
awesome
tango dancing girls
awesome
vi
it's breathtaking
ver
BRAVA BRAVA BRAVÍSSIMAS
Film: Tango - Carlos Saura - 1998
Scene: Two gorgeous women dancing tango
Dancers: Elena (Mía Maestro) and Laura (Cecília Narova)

This post is dedicated to the woman I love
"Tell me what miracles are made of
Like the sweet soft morning dew
How can I ever show you baby
How can I prove it all to you
That I'm a woman in love
I'm a woman in love
I'm a woman in love
I'm a woman in love"
(the full song by Joan Armatrading is here)
La Cumparsita - Tango Fire by 'Estampas Portenãs'
BRAVO BRAVO BRAVÍSSIMO
A sequência de vídeos é do show 'Tango Fire - 2008' by 'Estampas Porteñas', companhia de tango de Buenos Aires, fundada em 1996 pela coreógrafa e bailarina Carolina Soler.
La Cumparsita:
A Brief History by C.F.
>>>>>> http://www.tango-rio.com/cumparsa.htm
"The cafe 'La Giralda' in Montevideo, Uruguay, occupies a special place in Tango history. It was there in the year 1917 that a young boy, Gerardo Matos Rodriguez gave (anonymously) the music score of a tango he had written to the orchestra of Roberto Firpo to play for the first time. Gerardo was then an adolescent (17 years old) who was barely making it as a student in the faculty of Architecture in Montevideo. Was it modesty? shyness? fear of ridicule? who knows why he wanted to remain anonymous? Firpo only knew that the name of the young composer was Gerardo. It was only later that the full identity of the author was known. He was young, educated, well mannered and sensible. He was also a bit naive. He sold for 20 pesos his rights of authorship to the Breyer publishing house. After some moderate success the composition was forgotten. Seven years later, in 1924, Gerardo was living in Paris and he met Francisco Canaro who had just arrived with his orchestra. That's when he found out that La Cumparsita was a major hit."
...
(o resto do texto tá aqui)
sexta-feira, 8 de maio de 2009
La Giralda
La Cumparsita: A Brief History by C.F.
http://www.tango-rio.com/cumparsa.htm
The cafe 'La Giralda' in Montevideo, Uruguay, occupies a special place in Tango history. It was there in the year 1917 that a young Gerardo Matos Rodriguez gave (anonymously) the music score of a tango he had written to the orchestra of Roberto Firpo to play for the first time. Gerardo was then an adolescent (17 years old) who was barely making it as a student in the faculty of Architecture in Montevideo. Was it modesty? shyness? fear of ridicule? who knows why he wanted to remain anonymous? Firpo only knew that the name of the young composer was Gerardo. It was only later that the full identity of the author was known. He was young, educated, well mannered and sensible. He was also a bit naive. He sold for 20 pesos his rights of authorship to the Breyer publishing house. After some moderate success the composition was forgotten.Seven years later, in 1924, Gerardo was living in Paris and he met Francisco Canaro who had just arrived with his orchestra. That's when he found out that La Cumparsita was a major hit.
sábado, 2 de maio de 2009
Joan Armatrading – Awesome British singer songwriter and guitarist
A Woman In Love by Joan Armatrading
When the morning comes
Like shifting sands
In a desert storm
Like a raging fire
Heats up the big sky baby
Your love is pure and strong
Chained to your heart
I surrender
Here's where I belong
And If I get emotional and I'm restless
You’re like a soothing ray of light
Bring to me to my senses in a heart beat darling
Hold me tender in the night
Tell me what miracles are made of
Like the sweet soft morning dew
How can I ever show you baby
How can I prove it all to you
That I'm a woman in love
I'm a woman in love
I'm a woman in love
I'm a woman in love
I get so mixed up and tongue tied
I can hardly say my name
Bring to me to my senses in a heart beat darling
Hold me tender in the night
Cos I'm a woman in love
I 'm a woman in love
'm a woman in love
I'm a woman in love.
Never thought this would
Never thought this would
Never thought this would happen to me
Never thought this would
Never thought this would
Never thought this would happen to me
I'm a woman in love
I'm a woman in love
I'm a woman in love
I'm a woman in love
Joan Armatrading – is an amazing singer, songwriter and guitarist. She’s the first British female to be nominated for a Grammy in the blues category. Joan was born in 1950 in Britain. As a teenager she began to right the lyrics of her own songs. She went to College and got a degree in History. Her first album was "Whatever's for Us" (1972). She plays acoustic guitar, electric solos, and many many many other instruments. She won three Grammy Award. In the early 1970s she was responsible for the repertory of Hair. Her latest album, 2007's "Into the Blues".
Armatrading's music is considered to be pop, blues, rock or jazz.
this clip is dedicated to the woman i love and to roney maurício

